Anônimo 01/03/2011 09:03 Medicina
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Qual a diferença entre Ultratransvaginal e Ultrassonografia pélvica?

Gostaria de saber qual a diferença entre essas duas Ultras.

Quais estruturas podem ser visualizadas em cada uma dessas ultras?

Disseram que a ultratransvaginal é mais sensível que a ultrassonografia pélvica. Então, se eu fizer uma ultratransvaginal não precisaria fazer uma pélvica?
Ok. Mas se eu fizer uma transvaginal preciso fazer um suprapélvica também? Ambas não veem o mesmo, só que a trans é mais sensível?

2 Respostas

IDENTIFICADOR DE TRAPACEIROS 01/03/2011 10:06 0 0

Sobre esse aspecto creio que depende do que o médico queira>>>> Acredito que uma já é o suficiente….Mas se ele quiser ver em uma distância maior poderá solicitar a suprapélvica também.

A Ultra-sonografia Pélvica por Via Transvaginal é um procedimento que se beneficia da menor distância entre o transdutor e a pelve, o que facilita a perfeita visualização, identificação e caracterização das alterações e/ou lesões do útero e ovários, auxiliando, complementando e interagindo com outras especialidades médicas.

É um método que não utiliza nenhum tipo de radiação e não apresenta efeitos colaterais.

Em tese, o exame por via transvaginal dispensa a repleção da bexiga, mas no geral, para que se obtenha um diagnóstico mais preciso, incluindo a pesquisa de lesões na bexiga, este procedimento é precedido de uma investigação por via abdominal (suprapúbica).

Por esta razão, a repleção da bexiga é essencial, pois desloca as alças intestinais e atua como uma janela para a transmissão das ondas ultra-sônicas, facilitando a visualização e avaliação dos órgãos e estruturas da região pélvica.

Tão logo essa investigação tenha sido concluída, a bexiga é esvaziada para que se proceda ao exame por via transvaginal.
Abração

Lorenna 02/03/2011 20:08 0 0

A Ultra-sonografia Pélvica por Via Transvaginal é um procedimento que se beneficia da menor distância entre o transdutor e a pelve, o que facilita a perfeita visualização, identificação e caracterização das alterações e/ou lesões do útero e ovários, auxiliando, complementando e interagindo com outras especialidades médicas.
É um método que não utiliza nenhum tipo de radiação e não apresenta efeitos colaterais.
Em tese, o exame por via transvaginal dispensa a repleção da bexiga, mas no geral, para que se obtenha um diagnóstico mais preciso, incluindo a pesquisa de lesões na bexiga, este procedimento é precedido de uma investigação por via abdominal (suprapúbica).
Por esta razão, a repleção da bexiga é essencial, pois desloca as alças intestinais e atua como uma janela para a transmissão das ondas ultra-sônicas, facilitando a visualização e avaliação dos órgãos e estruturas da região pélvica.
Tão logo essa investigação tenha sido concluída, a bexiga é esvaziada para que se proceda ao exame por via transvaginal.

Na ultra-sonografia pélvica, órgãos da região do pélvis têm sua imagem gerada. Isso inclui o útero e ovários.

Se vc fiser a pélvica provavelmente fará a trans, se fiser a trns não há necessidade da pélvica.

bjs

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