Anônimo 26/03/2012 06:03 Bebês e Recém-Nascidos
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Quais as consequencias de um filho ser criado sem a presença do Pai?

Num caso de separação, o pai parece não ter aceitado a gravidez, e nem convive com o filho, indas e voltas até o filho completar 3 meses de vida, depois ele saiu de casa, foi morar só, vem ver o filho que agora tem 1 aninho, ve as vezes 2 ou 1 vez na semana!
Quais são as consequencias para este menino? Percebo que ele é apegado demais ao vô materno! Será que já e a carencia de presença paterna no dia a dia? Podo haver mais alguma consequencia?
(Fiquei revoltada com isso, até tratamento com psicologo tive que iniciar, porque não me conformava, como pode um homem estar junto sempre, nos conhecemos ha 10 anos, depois que namoramos, ficamos juntos, nos davamos SUPER Bem em Tudo mesmo, nem briga existia! Só foi engravidar que ele mudou completamente. E agora vive só, vai em baladas e bares, e as vezes some por completo em final de semana, nem liga pra perguntar do filho, desconfio que já deve estar namorando outra… Não me conformo!)

7 Respostas

Bianca Maia 26/03/2012 6:31 0 0

Se ele n concordava com a gravidez, a criança não está perdendo grande coisa…

Priti 26/03/2012 6:31 0 0

Melhor ser criado sem pai do que com um pai grosso, sem amor, ou seja em um ambiente sem harmonia…

Aline 26/03/2012 6:32 0 0

Desde que ele tenha uma figura paterna (que nao necessariamente e o pai biologico, pode ser um tio, primo, avo) como referencia, nao tera consequencia nenhuma. So que ele vai crescer meio com raiva deste pai que o negligenciou. Fora isso, nada mais.

Fire 26/03/2012 6:37 0 0

A falta de muitas coisas podem desequilibrar o emocional de qualquer um.
Muitos tem uma situação de vida pior a que sem ter a presença de um e na vida adulta superam essa carencia e transformam-se em pessoas equilibradas e controladas. Nessa causa, muitos tiveram um lar que deixa qualquer um imaginando que gostariam de ter e consequentemente há individuos perturbados e mais problematicos. Jamais pode se generalizar estes pontos, mas existe nas duas situacao a forma inversa do que poderia ser…

Então, o que fazer para lidar com as faltas que a vida oferece? Acredito que unico meio é da forma do desapego, criar um sentido de vida que nada podemos controlar na vida dos outros, é acreditar em nossos pontenciais e visando não prejudicar a vida alheia e amar incondicionamente os outros…

Ricardo 26/03/2012 6:47 0 0

Criança não precisa exatamente da pessoa do pai.
Porém, ela precisa muito da FIGURA do pai.
A figura paterna representa Proteção, Força, Confiança, Limites e inclusive é um dos principais fatores na decisão da sexualidade.Pais espancadores, Ausentes, Mandados pela mãe, estão empurrando seus filhos para o homosexualismo.

A figura paterna pode ser desempenhada por outro membro da família em quem a criança se apoie psicologicamente.
Pode ser um tio, um avô, um irmão mais velho ou o próprio pai, mesmo distante.

Por isso é muito importante quemesmo ele sendo um crápula, a mãe não coloque a mente da criança contra ele, difamando-o ou ressaltando apenas os aspectos negativos, pois estará não só prejudicando o pai, mas o filho, que pode ficar sem referencial em sua vida.

Ame a criança e deixe que ela descubra as coisas sozinha.
É o melhor que podes fazer.

Matthaeus 26/03/2012 6:51 0 0

Com a ausência dos pais, não há ninguém para ensinar aos meninos desde cedo o que é a honra, a virilidade e o respeito; e muitos menos a ensiná-los como descobrir os valores masculinos. A masculinidade para os pais modernos gira em torno de quantas mulheres o filho conseguirá pegar e de quantas flores ele mandará para tentar conseguir tirar um pentelho da vagina delas.

Antigamente os pais ensinavam os filhos a dirigir, pescar, sobreviver no meio do mato, lutar, preparar-se fisicamente, ter boas amizades, repelir os amigos sanguessugas, beber no boteco com o companheirismo de homens honrados, valorizar o próprio nome, perder a virgindade e como lidar com mulheres sem precisar jogar sua honra na lata do lixo.
Hoje só ensinam que o filho deve “pegar mulher” para ser homem e acabam financiando chopadas com direito a bater o carro depois da festa, noitadas em baladas, festinhas na própria casa com amigos vagabundos e vadias e demais putarias e fanfarronices que eles fazem para “aparecer para as gatinhas” e serem populares.
O moleque cresce sem referência de honra, sem saber se defender física e emocionalmente, e entra pra escola como que jogado aos leões. Uma vez na escola, a mesma coisa acontece: vê nerds e estudiosos sendo taxados como fracassados, enquanto os valentões do fundão tiram a virgindade das coleguinhas que só terão olhos para os estudiosos quando estiverem caídas e depreciadas. Mais uma vez, não há ninguém para guiá-los e mostrar a esses jovens que há mais na vida de um homem do que transar com mulheres, e que não há mal nenhum em focar nos estudos e não precisar pegar várias mulheres.

? 26/03/2012 6:57 0 0

Acho que vc está sofrendo bem mais que seu filho.
Até porque, o menino tem só um ano e não percebe nada, principalmente porque há o avô na história e isso é ótimo para todos!

Sou separada e tenho dois filhos (14 e 6 anos), de dois casamentos.
Vivi situação parecida em relação a meu filho caçula.
Separei-me do pai dele porque era imaturo demais para criar um filho.
Antes só que mal acompanhada.
Escolhi assim e não me arrependo. Somos super felizes: eu e meus filhos.

E quer saber? Meu filho é super, ultra, mega normal.
Não está nem aí para a situação. Para ele é normal só ver o pai algumas vezes por ano.
Ainda assim ele ama o pai e eu estimulo este amor. Faço isso em respeito a meu filho. Não quero que ele tenha neuras e rancores mesquinhos.

E isso parece não o ter afetado em nada. É uma criança ótima: bem adaptada, tranquila, feliz, brincalhona, carinhosa, divertida e um dos melhores alunos da escola.
Que bom que seu filho tem uma figura masculina por perto, o avô.
Isto é ótimo e substituirá muito bem a figura do pai.
Meu pai também é muito presente na vida de meus filhos.

Querida, pode acreditar no que digo e vivo: seu filho NÃO terá problemas pelo fato do pai não procurá-lo sempre.
Vc deve conformar-se com a separação e não mais cobrar de seu ex a visitação. Dá raiva mesmo da imaturidade dele. talvez no futuro ele se arrependa. Mas aí o problema não é seu, nem de seu filho. O pai que corra atrás do prejuízo.
Deixa quieto. Não imponha visitação, pois amor não deve ser imposto. Mesmo amor paternal ou filial. Só exija pensão alimentícia. É direito do seu filho! É lei!

Vc não deve passar a sua insegurança e mágoa para seu filho. Muito menos quando ele for crescendo. Não fale mal do pai para ele. Deixe que, com o tempo, ele mesmo perceba quem é quem na história. Ele não terá problemas com amiguinhos por não ter pai presente. Até porquê, as famílias hoje em dia são bem misturadas e diferentes daquelas de 20, 30 anos atrás.

A maioria das crianças é filha de pais separados. Nas escolas de meus filhos, 80% dos jovens e crianças vivem só com a mãe ou com mãe e seus novos companheiros.

O núcleo familiar mudou muito. Antes, eram só papai, mamãe e filhos de um mesmo casamento.
A nova família brasileira junta muita gente, vindas de outras relações: novo companheiro(a) com os respectivos filhos, que se juntam aos filhos de outras relações e o casal pode ter novos filhos. Quero dizer: não existe mais um padrão de família ideal.

O ideal e desejável é que todos possam ser felizes e unidos, sem mágoas, ressentimentos ou vergonha. Melhor viver longe e feliz, que viver junto só para manter as aparências.
Seu filho entenderá. Pode crer nisso.

Relaxe e concentre-se em ser feliz e fazer seu filho feliz.

Abraços e ótima semana.

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