4 Respostas

Mari Santi Anni 24/02/2011 10:29 0 0

Parece que evoluimos do macaco…

♥♥ℓaяa♥♥ 24/02/2011 11:09 0 0

A teoria de Darwin de que evolução ocorreu por meio de seleção natural mudou a forma de pensar em inúmeros campos de estudo da Biologia à Antropologia. Seu trabalho estabeleceu que a “evolução” havia ocorrido: não necessariamente por meio das seleções natural e sexual (isto, em particular, só foi comumente reconhecido após a redescoberta do trabalho de Gregor Mendel no início do século XX e o desenvolvimento da Síntese Moderna). Outros antes dele já haviam esboçado a ideia de seleção natural: em sua vida, Darwin reconheceu como tal os trabalhos de William Charles Wells e Patrick Matthew que ele (e praticamente todos os outros naturalistas da época) desconheciam quando ele publicou a sua teoria. Contudo, é claramente reconhecido que Darwin foi o primeiro a desenvolver e publicar uma teoria científica de Seleção Natural e que trabalhos anteriores ao seu não contribuíram para o desenvolvimento ou sucesso da Seleção Natural como uma teoria testável.

Apesar da grande controvérsia que marcou a publicação do trabalho de Darwin, a evolução por seleção natural provou ser um argumento poderoso contrário às noções de criação divina e projeto inteligente comuns na ciência do século XIX. A ideia de que não mais havia uma clara separação entre homens e animais faria com que Darwin fosse lembrado como aquele que removeu o homem da posição privilegiada que ocupava no universo. Para alguns de seus críticos, entretanto, ele continuou sendo visto como o “homem macaco” frequentemente desenhado com um corpo de macaco.

Raquel Spinelli 24/02/2011 11:30 0 0

O homem e o macaco possuem uma mesma ascendência, a partir da qual estas e outras espécies se desenvolveram ao longo do tempo. Contudo, isso não quer dizer, conforme muitos afirmam, que Darwin supôs que o homem é um descendente do macaco. Em sua obra, A Origem das Espécies, ele sugere que o homem e o macaco, em razão de suas semelhanças biológicas, teriam um mesmo ascendente em comum.

Dannillors 25/02/2011 12:37 0 0

Quando a Ciência é imparcial e tendenciosa, ela não fala por toda classe científica. Até porque a ciência não é representada por uma instituição e nem mesmo pela mídia (embora exista uma classe que usa a força da mídia, e ela é realmente forte e poderosa em seu poder de influencia, mas isso não é ciência e força e poder e muita das vezes corrupta, quando a mídia não é imparcial).

A ciência como autoridade não existe, se não há comprovação, experimento e avaliação Se a hipótese não admitir teste, não é ciência é ficção científica, nem um homem apenas, pode falar em nome da ciência, pode falar em seu próprio nome, então não será a opinião da ciência, mais algo que a ciência poderá avaliar , existem homens e mulheres que fazem declarações científicas ( Esta parcialidade é na verdade, apenas uma opinião exclusiva, desprezando portanto as demais), como outro em seu próprio nome, sendo cientistas podem discordar dele.
Note-se, contudo, que a Ciência não pode tratar de assuntos de fé, mas apenas daquilo que é observável e passível de experimentação. Aqui reside uma grande vantagem do criacionismo em detrimento do evolucionismo, pois a teoria de Darwin não pode ser reproduzida em laboratório – isso faz de Darwin apenas um teórico e não um cientista. (A propósito, o único diploma de Darwin era o de Teologia, não é irônico?)

Um cientista pode defender princípios religiosos ou ideológicos, mas esses princípios religiosos ou ideológicos não passam a ser científicos por serem defendidos por um cientista. Os argumentos de pessoas pertencentes a comunidade científica em favor do criacionismo apontam para a organização e exatidão das leis naturais. Esta visão dá uma imagem que se parece com aquela proposta pelo protestante Isaac Newton, ao comparar o mundo a um mecanismo que evidencia um projeto inteligente e sobrenatural.

A complexidade e organização estrutural das formas mais simples de matéria viva são apontadas pelos criacionistas como prova de uma criação determinada e não a consequência evolutiva de um caldo orgânico primordial desorganizado. De fato, a probabilidade matemática de que a vida tenha surgido espontaneamente de uma sucessão de eventos casuais numa ordem específica é considerada por alguns matemáticos pequena demais, quase impossível mesmo!

O método que permite recriar um organismo a partir de fragmentos do seu corpo (um dente fossilizado, por exemplo) é duramente criticado pelos criacionistas que consideram abusivas as conclusões como a apresentação de antepassados do Homo sapiens com traços simiescos. Até hoje o que foi apresentado mesmo não passou de fósseis de macacos.

Fraudes nos trabalhos e pesquisas envolvendo fósseis (como o ‘Homem de Orce’, ou o ‘Homem de Piltdown’) têm mostrado as falhas e falcatruas da teoria evolutiva. Na verdade essas fraudes colocariam em xeque qualquer outra teoria, mas a da evolução tem sobrevivido, mas por “milagres” do que por comprovações científicas.

Alguns criacionistas questionam também experiências, relacionadas à demonstração da seleção natural, como aquela relativa às mariposas cujas cores foram influenciadas pelas mudanças advindas da Revolução Industrial. Nesse caso especificamente, apontam falhas irrisórias na metodologia como confirmação de que não existiria seleção natural. Isso implica na defesa de espécies absolutamente fixas.

Um dos principais argumentos dos criacionistas baseia-se na refutação da geração espontânea. Louis Pasteur e John Tyndall demonstraram experimentalmente que micróbios não se originam espontaneamente, conforme alguns supunham ser possível, ao final do século XIX. Estendendo os resultados destes experimentos, argumenta-se que foi provado que nenhum mecanismo pode gerar vida de qualquer matéria sem vida. Como evidência, aponta-se que nenhum experimento foi capaz de demonstrar o contrário, a despeito de várias décadas de tentativas.

Não há prova científica de que a vida tenha (ou alguma vez poderia ter) vindo a existir a partir de matéria sem vida. Além disso, existem evidências substanciais de que a geração espontânea é impossível. Apenas DNA é conhecido como capaz de produzir DNA. Nenhuma interação química de moléculas tem ao menos chegado perto de produzir esse código ultra-complexo que é tão essencial a toda vida conhecida.

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