Anônimo 02/03/2011 11:03 Nível Fundamental e Médio
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como fazer um desenvolvimento de um trabalho escolar?

acho que o desenvolvimento serve para falarmos sobre o que aprendemos sobre o trabalho…

27 Respostas

Paulo 02/03/2011 11:52 13 20

Falamos o que aprendemos sobre o trabalho e ousamos ir além colocando algumas deduções e aplicações pessoais para a apresentação não se tornar monótona.

Tiririca FAZ Deitado e LÊ 02/03/2011 11:54 40 5

Você deve fazer um desenvolvimento do trabalho iniciando da seguinte forma:

Capa:
1) Nome da Instituição ou Escola.
2) Título e Subtítulo do Trabalho com um pequeno desenvolvimento: Trabalho apresentado a disciplina…….da professora…………para obtenção da nota do semestre……..e o ano.
Por: Nome do Autor (o seu)
3) Sumário. Você relacionas os assuntos do trabalho iniciando pela Introdução, finalizado com a Conclusão e Bibliografia.
4) Introdução. Na introdução – que é a primeira parte do desenvolvimento do tema – explique sobre a importância e objetivos do Trabalho, forneça detalhes sobre sua elaboração, a maneira como os dados foram obtidos, etc. Nesta parte o assunto ou tema do Trabalho Escolar fica claramente identificado dando uma panorâmica ou visão geral do que está sendo abordado. Não precisa ser longa e em hipótese alguma deve conter conclusões.

5) Primeiro Capítulo do Desenvolvimento: O Desenvolvimento é o Trabalho propriamente dito. É o conteúdo do tema abordado e, portanto, a parte mais substancial do trabalho. Há várias maneiras de se começar a desenvolver o tema. Tudo vai depender do assunto. Há casos em que se pode iniciar com um Histórico, no qual se detalha a evolução do assunto. Em outra situação pode-se começar com o Conceito ou Definição do assunto. Isto, na verdade, funciona como uma espécie de Introdução ao assunto.
Nesse Tópido terão quantos cápítulos necessários para desenvolver o assundo do trabalho.

6) Conclusão: É sem dúvida a parte mais importante do Trabalho Escolar, pois retrata deduções lógicas do autor fundamentadas no conteúdo do texto. Também é a parte que os alunos acham mais difícil. Uma maneira prática é empregando-se frases curtas e objetivas. Há alunos que costumam escrever coisas assim na Conclusão:Agradeço a oportunidade que o
professor fulano de tal me deu no sentido de melhorar os meus conhecimentos nesta disciplina,ou coisa semelhante. Isto não tem nada a ver com conclusão. Se você quiser agradecer ao seu professor (mas isto não é necessário), faça-o no início do Trabalho, antes do Sumário. A Conclusão deve revelar o que você concluiu da leitura e elaboração do texto.

7) Bibliografia: Nesta parte devem ser relacionadas todas as publicações (livros, revistas, jornais, etc.), que foram consultadas e das quais se retirou alguma coisa apara elaboração do Trabalho Escolar. Existem normas oficiais sobre este assunto. Aqui vamos apresentar um resumo do que consideramos de maior importância para trabalho de nível secundário. Relacionar os livros da pesquiza.

Espero ter ajudado. Boa Sorte.

ronison 03/06/2012 19:48 6 6

As briófitas:
São plantas pequenas, geralmente com alguns poucos centímetros de altura, que vivem em lugares úmidos e sombrios.
Uma das características mais marcantes das briófitas é a ausência de vasos para a condução de nutrientes. Estes são transportados de célula a célula por todo o vegetal. É por isso que não existem briófitas muito grandes. O transporte de água de célula a célula é muito lento e as células mais distantes morreriam desidratadas.
O musgos e as hepáticas são os principais representantes das briófitas. O conjunto de musgos forma uma espécie de “tapete” esverdeado, observado comumente nos solos, muros e barrancos úmidos. Podem formar uma ampla cobertura sobre o solo, protegendo-o contra a erosão.
As briófitas não tem raízes. Fixam-se ao solo por meio de filamentos chamados rizóides, que absorvem a água e os sais minerais de que o vegetal necessita. Também não possuem verdadeiro caule. Tem uma haste denominada caulóide que não apresenta vasos para a condução da seiva. Suas “folhas” denominam-se filóides e são apenas partes achatadas do caulóide.
Reprodução:
A reprodução das briófitas apresenta duas fases: uma assexuada e outra sexuada.Os musgos verdes que podemos ver num muro úmido são plantas sexuadas que representam a fase chamada de gametófito, isto é, fase produtora de gametas.
O gametófito masculino produz gametas móveis, com flagelos, chamados de anterozóides. Já o feminino produz gametas imóveis, chamados de oosferas. Levados pelas gotas de chuva, os anterozóides alcançam a planta feminina e nadam em direção à oosfera. Da união de um anterozóide com uma oosfera, surge o zigoto, que, sobre a planta feminina cresce e forma um embrião, que se desenvolve originando a fase assexuada chamada de esporófito, isto é, fase produtora de esporos.
O esporófito possui uma haste e uma cápsula, no interior da qual formam-se os esporos. Quando maduros, os esporos são liberados e podem germinar no solo úmido. Cada esporo, então, pode formar uma espécie de “broto” chamado de protonema. Cada protonema, por sua vez, desenvolve-se e origina um novo musgo verde (gametófito).

A relação das briófitas com a água:
As briófitas enfrentam os mesmos problemas de sobrevivência que as plantas vasculares no ambiente terrestre. A água é essencial para o metabolismo, mas é um suprimento limitado errático no ambiente acima do solo. Briófitas e plantas vasculares exemplificam dois padrões alternativos de adaptação a essas condições. As briófitas têm de utilizar a água onde e quando ela está disponível acima do solo, enquanto as plantas vasculares possuem raízes e um sistema de condução eficiente.
Muitas briófitas estão confinadas a ambientes úmidos, mas algumas são capazes de tolerar a deficiência hídrica e outras são extremamente tolerantes à dessecação e altamente adaptadas a uma existência poiquilo-hídrica, ocorrendo, desse modo, em ambientes hídricos, mésicos e xéricos.
As briófitas são bastante diversificadas em suas adaptações para a absorção e condução de água. Nas espécies ditas endo-hídricas, a água é absorvida do substrato e conduzida internamente até os filídios ou outra superfície evaporante, através de um sistema condutor, o qual é bem mais simples que o xilema das plantas vasculares. Ocorrem, em geral, em substratos úmidos, permeáveis e estão bem representadas na base de troncos de árvores, em brejos e em solos bem drenados. Nas briófitas ecto-hídricas, a água é facilmente absorvida (e perdida) e conduzida sobre a sua superfície, sendo o movimento desta muito mais difuso. Ocorrem principalmente em substratos impermeáveis e com pouca disponibilidade de água, tais como troncos de árvores, rochas e em solos pedregosos e compactados. São capazes de armazenar grandes quantidades de água após a chuva ou orvalho. Existem muitas briófitas que combinam mecanismos de condução endo e ecto-hídricos, sendo chamadas, então, de “mixo-hídricas”.
As pteridófitas:
Na evolução das plantas, as pteridófitas foram os primeiros vegetais a apresentar um sistema de vasos para conduzir nutrientes. Assim, possuem raiz, caule e folha verdadeiros. Seu caule é geralmente subterrâneo e é denominado rizoma. A samambaia e a avenca são exemplos desse grupo de vegetais.
A maioria das pteridófitas é terrestre e habita, de preferência, lugares úmidos e sombrios. A samambaia e a avenca podem viver sobre outras plantas, mas sem prejudicá-las. O dendezeiro é uma das hospedeiras preferidas dessas pteridófitas.
Reprodução:
As pteridófitas, como as briófitas, se reproduzem por meio de um ciclo que apresenta uma fase assexuada e outra sexuada.
Uma samambaia-de-metro, por exemplo, que é comum em residências, é uma planta assexuada produtora de esporos. Por isso, ela representa a fase chamada de esporófito.
Em certas épocas, na superfície inferior das folhas da samambaia, formam-se pontos escuros chamados de soros, onde se produzem os esporos.
Quando os esporos amadurecem, os soros abrem-se, deixando-os cair no solo úmido; cada esporo, então, pode germinar e originar um prótalo, uma plantinha bem pequena em forma de coração. O prótalo é uma planta sexuada, produtora de gametas; por isso, ele representa a fase chamada de gametófito.
No prótalo, formam-se os anterozóides e as oosferas. O anterozóides, deslocando-se em água, nada em direção à oosfera, fecundando-a. Surge, então, o zigoto, que se desenvolve, transformando-se em uma nova samambaia. Quando adulta, esta planta forma soros, iniciando novo ciclo de reprodução.
Este processo de reprodução em um ciclo com uma fase assexuada e outra sexuada denomina-se alternância de gerações.

GIMNOSPERMAS
São plantas terrestres que vivem, preferencialmente, em ambientes de clima frio ou temperado. Nessegrupo incluem-se plantas como pinheiros, sequóias e os ciprestes. As gimnospermas possuem raízes, caule efolhas. Possuem também ramos reprodutivos com folhas modificadas chamadas
estróbilos
. Em muitas gim-nospermas, como os pinheiros e as sequóias, os estróbilos são bem desenvolvidos e conhecidos como
cones
- o que lhes confere a classificação no grupo das coníferas. Há produção de sementes: elas se originam nosestróbilos femininos. No entanto, as gimnospermas não produzem frutos. Suas
sementes são “nuas
“, ou seja,não ficam encerradas em frutos.Na reprodução das gimnospermas (pinheiro do Paraná), os sexos são separados: a que possui estró-bilos masculinos não possuem estróbilos femininos e vice-versa. Em outras gimnospermas, os dois tipos deestróbilos podem ocorrer numa mesma planta.O estróbilo masculino produz pequenos esporos chamados
grãos de pólen
. O estróbilo feminino pro-duz estruturas denominadas óvulos. No interior de um óvulo maduro surge a oosfera. Quando um estróbilomasculino se abre e libera grande quantidade de grãos de pólen, esses grãos se espalham no ambiente e po-dem ser levados pelo vento até o estróbilo feminino. Então, um grão de pólen pode formar uma espécie detubo, o tubo polínico, onde se origina o núcleo espermático, que é o gameta masculino. O tubo polínico cresceaté alcançar o óvulo, no qual introduz o núcleo espermático. Uma vez no interior do óvulo, o núcleo espermáti-co fecunda a oosfera, formando o zigoto. Este, por sua vez, se desenvolve, originando um embrião. À medidaque o embrião se forma, o óvulo se transforma em semente, estrutura que contém e protege o embrião.Nos pinheiros, as sementes são chamadas pinhões. Uma vez formados os pinhões, o cone feminino passa aser chamado pinha. Se espalhadas na natureza por algum agente disseminador, as sementes podem germi-nar. Ao germinar, cada semente origina uma nova planta.A semente abriga e protege o embrião contra desidratação, calor, frio e ação de certos parasitas. A-lém disso, as sementes armazenam reservas nutritivas, que alimentam o embrião e garantem o seu desenvol-vimento até que as primeiras folhas sejam formadas. A partir daí, a nova planta fabrica seu próprio alimentopela fotossíntese.

ANGIOSPERMAS
As angiospermas compreendem representantes como o milho, o arroz, o trigo, o coqueiro, a orquídea,o feijão, a roseira, o ipê, o eucalipto, a margarida, a goiabeira, a laranjeira, o capim, etc. Assim como as gim-nospermas, as angiospermas são plantas vasculares, cujo corpo é dotado de raízes, caule, folhas, flores esementes: igualmente independem da água para a fecundação. Mas essas plantas são as únicas que produ-zem frutos. As angiospermas classificam-se em monocotiledôneas e dicoledôneas

As flores podem ser vistosas tanto pelo colorido quanto pela forma; muitas vezes também exalam odoragradável e produzem um líquido açucarado – o
néctar
- que serve de alimento para as abelhas e outros ani-mais. Há também flores que não têm peças coloridas, não são perfumadas e nem produzem néctar.Estrutura de uma flor:Uma flor completa é constituída das seguintes partes:
Pedúnculo ou pedicelo
— eixo de sustentação da flor;
Receptáculo
— dilatação apical do pedúnculo, onde estão inseridas as peças florais;
Androceu
— sistema masculino de reprodução, constituído por um conjunto de folhas modificadasdenominadas estames;
Gineceu
— sistema feminino de reprodução, constituído por um conjunto de folhas modificadas deno-minadas carpelos.
Cálice
— conjunto formado por folhas modificadas, geralmente verdes, denominadas sépalas;

ronison 03/06/2012 19:50 2 4

As briófitas:
São plantas pequenas, geralmente com alguns poucos centímetros de altura, que vivem em lugares úmidos e sombrios.
Uma das características mais marcantes das briófitas é a ausência de vasos para a condução de nutrientes. Estes são transportados de célula a célula por todo o vegetal. É por isso que não existem briófitas muito grandes. O transporte de água de célula a célula é muito lento e as células mais distantes morreriam desidratadas.
O musgos e as hepáticas são os principais representantes das briófitas. O conjunto de musgos forma uma espécie de “tapete” esverdeado, observado comumente nos solos, muros e barrancos úmidos. Podem formar uma ampla cobertura sobre o solo, protegendo-o contra a erosão.
As briófitas não tem raízes. Fixam-se ao solo por meio de filamentos chamados rizóides, que absorvem a água e os sais minerais de que o vegetal necessita. Também não possuem verdadeiro caule. Tem uma haste denominada caulóide que não apresenta vasos para a condução da seiva. Suas “folhas” denominam-se filóides e são apenas partes achatadas do caulóide.
Reprodução:
A reprodução das briófitas apresenta duas fases: uma assexuada e outra sexuada.Os musgos verdes que podemos ver num muro úmido são plantas sexuadas que representam a fase chamada de gametófito, isto é, fase produtora de gametas.
O gametófito masculino produz gametas móveis, com flagelos, chamados de anterozóides. Já o feminino produz gametas imóveis, chamados de oosferas. Levados pelas gotas de chuva, os anterozóides alcançam a planta feminina e nadam em direção à oosfera. Da união de um anterozóide com uma oosfera, surge o zigoto, que, sobre a planta feminina cresce e forma um embrião, que se desenvolve originando a fase assexuada chamada de esporófito, isto é, fase produtora de esporos.
O esporófito possui uma haste e uma cápsula, no interior da qual formam-se os esporos. Quando maduros, os esporos são liberados e podem germinar no solo úmido. Cada esporo, então, pode formar uma espécie de “broto” chamado de protonema. Cada protonema, por sua vez, desenvolve-se e origina um novo musgo verde (gametófito).

A relação das briófitas com a água:
As briófitas enfrentam os mesmos problemas de sobrevivência que as plantas vasculares no ambiente terrestre. A água é essencial para o metabolismo, mas é um suprimento limitado errático no ambiente acima do solo. Briófitas e plantas vasculares exemplificam dois padrões alternativos de adaptação a essas condições. As briófitas têm de utilizar a água onde e quando ela está disponível acima do solo, enquanto as plantas vasculares possuem raízes e um sistema de condução eficiente.
Muitas briófitas estão confinadas a ambientes úmidos, mas algumas são capazes de tolerar a deficiência hídrica e outras são extremamente tolerantes à dessecação e altamente adaptadas a uma existência poiquilo-hídrica, ocorrendo, desse modo, em ambientes hídricos, mésicos e xéricos.
As briófitas são bastante diversificadas em suas adaptações para a absorção e condução de água. Nas espécies ditas endo-hídricas, a água é absorvida do substrato e conduzida internamente até os filídios ou outra superfície evaporante, através de um sistema condutor, o qual é bem mais simples que o xilema das plantas vasculares. Ocorrem, em geral, em substratos úmidos, permeáveis e estão bem representadas na base de troncos de árvores, em brejos e em solos bem drenados. Nas briófitas ecto-hídricas, a água é facilmente absorvida (e perdida) e conduzida sobre a sua superfície, sendo o movimento desta muito mais difuso. Ocorrem principalmente em substratos impermeáveis e com pouca disponibilidade de água, tais como troncos de árvores, rochas e em solos pedregosos e compactados. São capazes de armazenar grandes quantidades de água após a chuva ou orvalho. Existem muitas briófitas que combinam mecanismos de condução endo e ecto-hídricos, sendo chamadas, então, de “mixo-hídricas”.
As pteridófitas:
Na evolução das plantas, as pteridófitas foram os primeiros vegetais a apresentar um sistema de vasos para conduzir nutrientes. Assim, possuem raiz, caule e folha verdadeiros. Seu caule é geralmente subterrâneo e é denominado rizoma. A samambaia e a avenca são exemplos desse grupo de vegetais.
A maioria das pteridófitas é terrestre e habita, de preferência, lugares úmidos e sombrios. A samambaia e a avenca podem viver sobre outras plantas, mas sem prejudicá-las. O dendezeiro é uma das hospedeiras preferidas dessas pteridófitas.
Reprodução:
As pteridófitas, como as briófitas, se reproduzem por meio de um ciclo que apresenta uma fase assexuada e outra sexuada.
Uma samambaia-de-metro, por exemplo, que é comum em residências, é uma planta assexuada produtora de esporos. Por isso, ela representa a fase chamada de esporófito.
Em certas épocas, na superfície inferior das folhas da samambaia, formam-se pontos escuros chamados de soros, onde se produzem os esporos.
Quando os esporos amadurecem, os soros abrem-se, deixando-os cair no solo úmido; cada esporo, então, pode germinar e originar um prótalo, uma plantinha bem pequena em forma de coração. O prótalo é uma planta sexuada, produtora de gametas; por isso, ele representa a fase chamada de gametófito.
No prótalo, formam-se os anterozóides e as oosferas. O anterozóides, deslocando-se em água, nada em direção à oosfera, fecundando-a. Surge, então, o zigoto, que se desenvolve, transformando-se em uma nova samambaia. Quando adulta, esta planta forma soros, iniciando novo ciclo de reprodução.
Este processo de reprodução em um ciclo com uma fase assexuada e outra sexuada denomina-se alternância de gerações.

GIMNOSPERMAS
São plantas terrestres que vivem, preferencialmente, em ambientes de clima frio ou temperado. Nessegrupo incluem-se plantas como pinheiros, sequóias e os ciprestes. As gimnospermas possuem raízes, caule efolhas. Possuem também ramos reprodutivos com folhas modificadas chamadas
estróbilos
. Em muitas gim-nospermas, como os pinheiros e as sequóias, os estróbilos são bem desenvolvidos e conhecidos como
cones
- o que lhes confere a classificação no grupo das coníferas. Há produção de sementes: elas se originam nosestróbilos femininos. No entanto, as gimnospermas não produzem frutos. Suas
sementes são “nuas
“, ou seja,não ficam encerradas em frutos.Na reprodução das gimnospermas (pinheiro do Paraná), os sexos são separados: a que possui estró-bilos masculinos não possuem estróbilos femininos e vice-versa. Em outras gimnospermas, os dois tipos deestróbilos podem ocorrer numa mesma planta.O estróbilo masculino produz pequenos esporos chamados
grãos de pólen
. O estróbilo feminino pro-duz estruturas denominadas óvulos. No interior de um óvulo maduro surge a oosfera. Quando um estróbilomasculino se abre e libera grande quantidade de grãos de pólen, esses grãos se espalham no ambiente e po-dem ser levados pelo vento até o estróbilo feminino. Então, um grão de pólen pode formar uma espécie detubo, o tubo polínico, onde se origina o núcleo espermático, que é o gameta masculino. O tubo polínico cresceaté alcançar o óvulo, no qual introduz o núcleo espermático. Uma vez no interior do óvulo, o núcleo espermáti-co fecunda a oosfera, formando o zigoto. Este, por sua vez, se desenvolve, originando um embrião. À medidaque o embrião se forma, o óvulo se transforma em semente, estrutura que contém e protege o embrião.Nos pinheiros, as sementes são chamadas pinhões. Uma vez formados os pinhões, o cone feminino passa aser chamado pinha. Se espalhadas na natureza por algum agente disseminador, as sementes podem germi-nar. Ao germinar, cada semente origina uma nova planta.A semente abriga e protege o embrião contra desidratação, calor, frio e ação de certos parasitas. A-lém disso, as sementes armazenam reservas nutritivas, que alimentam o embrião e garantem o seu desenvol-vimento até que as primeiras folhas sejam formadas. A partir daí, a nova planta fabrica seu próprio alimentopela fotossíntese.

ANGIOSPERMAS
As angiospermas compreendem representantes como o milho, o arroz, o trigo, o coqueiro, a orquídea,o feijão, a roseira, o ipê, o eucalipto, a margarida, a goiabeira, a laranjeira, o capim, etc. Assim como as gim-nospermas, as angiospermas são plantas vasculares, cujo corpo é dotado de raízes, caule, folhas, flores esementes: igualmente independem da água para a fecundação. Mas essas plantas são as únicas que produ-zem frutos. As angiospermas classificam-se em monocotiledôneas e dicoledôneas

As flores podem ser vistosas tanto pelo colorido quanto pela forma; muitas vezes também exalam odoragradável e produzem um líquido açucarado – o
néctar
- que serve de alimento para as abelhas e outros ani-mais. Há também flores que não têm peças coloridas, não são perfumadas e nem produzem néctar.Estrutura de uma flor:Uma flor completa é constituída das seguintes partes:
Pedúnculo ou pedicelo
— eixo de sustentação da flor;
Receptáculo
— dilatação apical do pedúnculo, onde estão inseridas as peças florais;
Androceu
— sistema masculino de reprodução, constituído por um conjunto de folhas modificadasdenominadas estames;
Gineceu
— sistema feminino de reprodução, constituído por um conjunto de folhas modificadas deno-minadas carpelos.
Cálice
— conjunto formado por folhas modificadas, geralmente verdes, denominadas sépalas;

a conclusão

julia 03/10/2012 10:36 8 5

olha na verdade eu não queria responder mais sim perguntar é que estou com um trabalho de educação física ele fala sobre estrutura funcional dos esportes
ai eu queria saber como eu podia fazer o desenvolvimento porque o que é eu já
sei.

julia 03/10/2012 10:37 4 4

oque ele é!

milla 08/10/2012 20:56 5 6

larga de ser burra e vai fazer seu trabalho sosinha

stephanie dias 11/10/2012 2:10 3 3

essa resposta foi muito útil tiririca muito obrigado!!!!!!!!!!
e tirei uma nota muito boa nesse trabalho valeu mesmo!!!!!

stephanie dias 11/10/2012 2:11 3 4

milla se vc for comenta merda nao comenta a otaria

sabrina flores 11/10/2012 2:13 4 2

adorei esse site!!!!!!!!

stephanie dias 11/10/2012 2:16 2 2

valeu ai pessoal amei as respostas

gatinha.com 11/10/2012 2:19 2 2

caranba q site bom !!!!!!!!!!

inteligencia 1000 11/10/2012 2:23 4 2

.trabalho
.contra-capa
.desenvolvimento
.conclusão
.bibliografia
.súmario
esses são os intens q não pode faltar no trabalho

mercia 30/10/2012 0:32 1 1

kkkk isso é bom………..

amanda 01/12/2012 18:15 1 2

:)

Djalma Melo 05/02/2013 10:39 1 1

Quero Saber Exatamente o Que é o Desenvolvimento do Trabalho .

amanda 13/03/2013 11:16 0 3

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Ana Julia 18/03/2013 15:24 0 1

Desenvoolvimento – é quando estamos escrevendo sobre o que lemos claro a parte principal do texto ou seja a parte mais dificil tambem

caroline gomes 03/05/2013 19:35 0 0

ata.. .Eu ia perguntar essa mesma pergunta.

ha lelek 28/10/2013 19:55 0 0

é pra falar oq vc sabe

joframa 06/03/2014 14:20 0 0

Desen 2014

Geovania fernanda 19/03/2014 20:43 2 0

Obrigada ana julia, nao sabia o que era desenvolvimento e agora apredi com vc

Nunca Pare de Lutar 25/05/2014 18:24 1 0

- desenvolvimento ! como de faz ?

Alysson 28/05/2014 22:28 0 0

;)

Alysson Brunö 28/05/2014 23:07 0 0

- Valeuu ! Mim Ajudouu um Pouco , Mais Melhor que Nada ;) :* :3 ‘
- Adiciona no Facebook : Alysson Brunö < – :)
- Bbb’zãunns 3:)

vini 10/06/2014 1:38 0 0

mais ou menos gostei do site

POLY 26/07/2014 19:38 0 0

MUITO BOM ESSE SITE :)

Responder